Uma breve história das relações entre Brasil e Líbia

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Caros cinco leitores.

Ainda não sei o que é pior, em 1999 o Presidente Fernando Henrique Cardoso condecorar o seu “amigo” Alberto Fujimori, presidente do Peru, com Ordem Nacional do Cruzeiro do Sul, a mais importante comenda brasileira, e declarar apoio ao terceiro mandato para o presidente daquele país, ou o Lula chamar o Kadaffi de “amigo, meu irmão e líder”, na Cúpula da União Africana em 2009.

Mas de qualquer maneira, conforme prometido, faço um breve histórico das relações entre Brasil e Líbia, por ano e governo. Nada que não seja garimpado na internet, mas pela cronologia fica bem interessante perceber quem realmente gostou de se relacionar com aquele governo.

Então lá vai!

– Década de 70, a partir do Governo Geisel, até o final da década de 80: Estreitamento das relações entre os dois países, com foco ao comércio de armamentos, contratos de petróleo e empreiteiras.

– 1992: O Presidente Collor, adere às sanções da ONU contra a Líbia, motivadas pelo atentado ao avião da Pan Am na Escócia.

– 1999: O Presidente Fernando Henrique Cardoso suspende as sanções à Libia, com foco no estreitamento das relações comerciais.

– 2000: O Presidente Fernando Henrique Cardoso, recebe a delegação líbia, chefiada pelo Enviado Especial de Kadaffi, General Mustapha Kharoubi, para oficializar a retomada das relações políticas e comerciais. Destaca-se o retorno da Braspetro e empreiteiras brasileiras naquele país.

– 2001: O Presidente Fernando Henrique Cardoso firma com o governo líbio, através de Ney Suassuna, a criação de um consórico de empreiteiras brasileiras para obras habitacionais em Trípoli.

– 2001: O Governo de Fernando Henrique Cardoso recebe a missão comercial da Líbia e firma parceirias na área de exploração petrolífera, importações, comércio de carne,madereira e transgênicos.

– 2001:  O Governo de Fernando Henrique Cardoso envia missão diplomática para a Líbia com foco nos incrementos “mais audaciosos” nas relações Brasil-Líbia.

– 2002: O Governo de Fernando Henrique Cardoso recebe a visita do Ministro da Economia Libio, chefiando uma missão econômica e comercial. Na comitiva líbia estavam presentes o Governador do Estado de Trípoli, o chefe da Autoridade Nacional da Área Industrial, o Diretor do Departamento de Cooperação Internacional do Ministério das Relações Exteriores, e o Diretor do Departamento de Marketing da Companhia Nacional de Petróleo, Mohamed Al Abani, entre outros.

– 2003: O Presidente Lula visita a Líbia e é recebido por Muammar Khadafi, com a finalidade de abrir um Encontro empresarial entre Brasil e Libia e continuar a série de viagens aos países africanos com a finalidade de estreitar laços culturais e comerciais. Deste encontro destacam-se: cooperação nos setores de agricultura, saúde animal, turismo, cultura, energia, habitação e serviços de infra-estrutura.

– 2005: Durante o Governo Lula a Petrobrás vence a concorrencia para exploração de petróleo nos mares da Líbia

– 2009: O Presidente Lula é o convidado de honra da Cúpula da União Africana em Sirte, na Líbia. Neste discurso Lula responsabilizou os países industrializados pela crise do sistema financeiro e pelo caráter perverso da ordem internacional e ressaltou que  consolidar a democracia é um processo evolutivo.

 

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de autor não identificado

Um prefeito queria construir uma ponte e chamou três empreiteiros: um japonês, um americano e um brasileiro.

– Faço por US$ 3 milhões – disse o japonês:
– Um pela mão-de-obra.
– Um pelo material.
– E um para meu lucro.

– Faço por US$ 6 milhões – propôs o americano:
– Dois pela mão-de-obra.
– Dois pelo material.
– E dois para mim… mas o serviço é de primeira

– Faço por US$ 9 milhões – disse o brasileiro.
– Nove paus? Espantou-se o prefeito. Demais! Por quê?
– Três para mim.
– Três para você.
– E três para o japonês fazer a obra.

-Negócio Fechado.   Respondeu o Prefeito.

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Exame da Prostata em Prosa e Verso

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de autor não identificado

Andava mijando errado
Com as urina em atraso
Era uma gota no vaso
Três ou quatro na lajota
Quando não era nas bota
Na bombacha ou no scarpim
Eu mesmo mijando em mim
Que tamanha porcaria
E o meu tico parecia
Uma mangueira de jardim

O pensamento mandava
O pau não obedecia Quando a bexiga se enchia
Eu mijava à prestação Pro banheiro em procissão
Uma ida atrás da ôtra
Numa mijada marota
Contrastando com meu zelo
Pra beber era um camelo
E pra mijar um conta-gota

Depois de passar um bom tempo
Convivendo com esse horror
Me fui atrás de um doutor
Que atendesse meu pedido
Me desse algum comprimido
Pra mim empurrar goela abaixo
Tenho certeza não acho
Que bem antes que eu prossiga
É importante que eu diga
Que não deixei de ser macho

Mas buenas voltando ao causo
Que é natural que eu reclame
Depois de um monte de exame
De urina e ecografia
E até fotografia
Da minha arma de trepá
Me obrigaro desaguá
Ajoelhado num pinico
E me enfiaro um troço no tico
Que me dói só de lembrá

Ainda dei o meu sangue Pros vampiro diplomado
Pensei que tinha acabado
Só me faltava a receita
Já tinha uma idéia feita
Me trato e adeus doutor
Recupero o mijador
Nem sonhava em concluir
Que alguém iria invadir
Meu buraco cagador

Fiquei bem contrariado
Tomei um baita dum choque
Quando me falaram em toque
Achei bem desagradável
Pra um macho é coisa impensável
Um dedão campeando vaga
No lugar que a gente caga
Vejam só o meu dilema
O pau é que dá problema
E o meu cú é que paga

Tentei todos argumentos Me esquivei o quanto pude
Mas se é pra o bem da saúde
Não deve me fazer mal
Expor assim meu anal
Fazer papel de mulher
Nem tudo que a gente quer
Tá de acordo com os planos
Fui derrubando meus panos E se salve quem puder

De cotovelo na mesa A bunda véia empinada
No cú não passava nada
Nem piscava de apertado
Mas era um dedo treinado
Acostumado na bosta
E eu que nunca dei as costa
Pra desaforo de macho
Pensava de pinto baixo
O pior é se a gente gosta

Pra mim foi mais que um estupro
Aquilo me entrou ardendo
E então eu fiquei sabendo
Como se caga pra dentro
Aquele dedo nojento
Me atolando sem piedade
Me judiou barbaridade
Que alívio quando saiu
Garanto pra quem não viu
Que não vou sentir saudade

Enfiei a roupa ligeiro
Com vergonha e desconfiado
Vai que o doutor abusado
Sem pena das minhas prega
Chamasse um outro colega
Pra uma segunda opinião
Apertei o cinturão
Fiz uma cara de brabo
Dois mexendo no meu rabo
Aí seria diversão

Depois daquela tragédia
Que pior pra mim não tem
Não comentei com ninguém
Pra evitar o falatório
Se alguém fala em consultório
Me bate um pouco de medo
Não faço nenhum segredo
Dessa macheza que eu trago
Mas cada vez que eu cago
Me lembro daquele dedo

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Os Três Porquinhos – Narrado por um pai engenheiro

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de autor ainda não identificado.

O filho quer dormir e pede ao pai (engenheiro) para contar uma história e ele conta a dos três Porquinhos.

Meu Filho, era uma vez três porquinhos ( P1, P2 e P3) e um Lobo Mau, por definição, LM, que vivia os atormentando.

P1 era sabido e fazia Engenharia Elétrica/Eletrônica e já era formado em Engenharia Civil.

P2 era arquiteto e vivia em fúteis devaneios estéticos absolutamente desprovidos de cálculos rigorosos.

P3 fazia Comunicação e Expressão Visual na ECA.

LM, na Escala Oficial da ABNT, para medição da Maldade (EOMM) era Mau nível 8,75 (arredondando a partir da 3ª casa decimal para cima). LM também era um mega investidor imobiliário sem escrúpulos e cobiçava a propriedade que pertencia aos Pn (onde “n” é um número natural e varia entre 1 e 3), visto que o terreno era de boa conformidade geológica e configuração topográfica, localizado próximo a Granja Viana.

Mas nesse promissor perímetro P1 construiu uma casa de tijolos, sensata e logicamente planejada, toda protegida e com mecanismos automáticos. Já P2 montou uma casa de blocos articulados feitos de mogno que mais
parecia um castelo lego tresloucado. Enquanto P3 planejou no Autocad e montou ele mesmo, com barbantes e
isopor como fundamentos, uma cabana de palha com teto solar, e achava aquilo “o máximo”.

Um dia, LM foi ate a propriedade dos suínos e disse, encontrando P3:- “Uahahhahaha, corra, P3, porque vou gritar, e vou gritar e chamar o Conselho de Engenharia Civil para denunciar sua casa de palha projetada por um formando em Comunicação e Expressão Visual! ”

Ao que P3 correu para sua amada cabana, mas quando chegou lá os fiscais do Conselho já haviam posto tudo abaixo. Então P3 correu para a casa de P2.

Mas quando chegou lá, encontrou LM à porta, batendo com força e gritando:- “Abra essa porta, P2, ou vou gritar, gritar e gritar e chamar o Greenpeace, para denunciar que você usou madeira nobre de áreas não-reflorestadas e areia de praia para misturar no cimento.”

Antes que P2 alcançasse a porta, esta foi posta a baixo por uma multidão ensandecida de ecos-chatos que invadiram o ambiente, vandalizaram tudo e ocuparam os destroços, pixando e entoando palavras de ordem.

Ao que segue P3 e P2 correm para a casa de P1.Quando chegaram na casa de P1, este os recebe, e os dois caem ofegantes na sala de entrada.

P1: O que houve?

P2: LM, lobo mau por definição, nível 8.75, destruiu nossas casas e desapropriou os terrenos.

P3: Não temos para onde ir. E agora, que eu farei? Sou apenas um formando em Comunicação e Expressão Visual!

Tum-tum-tum-tum-tuuummm!!!! (isto é somente uma simulação de batidas à porta, meu filho! o som correto não é esse.)

LM: P1, abra essa porta e assine este contrato de transferência de posse de imóvel, ou eu vou gritar e gritar e chamar os fiscais do Conselho de Engenharia em cima de você!!!, e se for preciso até aquele tal de Confea

Como P1 não abria (apesar da insistência covarde do porco arquiteto e do…do… comunicador e expressivo visual) LM chamou os fiscais, e estes fizeram testes de robustez do projeto, inspeções sanitárias, projeções geomorfológicas, exames de agentes físico-estressores, cálculos com muitas integrais, matrizes, e geometria analítica avançada,
e nada acharam de errado. Então LM gritou e gritou pela segunda vez, e veio o Greenpeace, mas todo o projeto e implementação da casa de P1 era ecologicamente correta.

Cansado e esbaforido, o vilão lupino resolveu agir de forma irracional (porém super-comum nos contos de fada): ele pessoalmente escalou a casa de P1 pela parede, subiu ate a chaminé e resolveu entrar por esta, para invadir.

Mas quando ele pulou para dentro da chaminé, um dispositivo mecatrônico instalado por P1 captou sua presença por um sensor térmico e ativou uma catapulta que impulsionou com uma força de 33.300 N (Newtons) LM para cima.

Este subiu aos céus, numa trajetória parabólica estreita, alcançando o ápice, onde sua velocidade chegou a zero, a 200 metros do chão.

Agora, meu filho, antes que você pegue num repousar gostoso e o Papai te cubra com este edredom macio e quente, admitindo que a gravidade vale 9,8 m/s² e que um lobo adulto médio pese 60 kg, calcule:

a) o deslocamento no eixo “x”, tomando como referencial a chaminé.

b) a velocidade de queda de LM quando este tocou o chão e

c) o susto que o Lobo Mau tomou, num gráfico lógico que varia do 0 (repouso) ao 9 (ataque histérico).

Se você conhece ou é o autor deste história, avise para colocar os créditos aqui no blog, ok?

Descoberta a fonte daqueles emails com piadas maneiras que recebemos por aí…

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Moçada,

Quem nunca recebeu aquele email do tipo “viral” com algum tipo de piada original que acabamos encaminhando pra mais um monte de gente?

Vocês já perceberam que neste email quase nunca é citada a fonte, o autor, ou pelo menos o site de onde foi “copiada e colada”?

É como se fosse uma espécie de “fonte Q” da paleografia moderna…

Pois bem, graças a vocês, meus quatro leitores, é que descobrimos a “Fonte” , ou uma delas. É o blog “Mais ou Menos Isso” do Leo Valpassos e Lucas Ribeiro. Pra conferir é só ir no http://maisoumenosisso.com.br.

Tem muita coisa legal lá com tudo pra se tornarem “virais”. Mas companheiros quatro leitores, quando dispararem os emails citem a fonte, ok?  Tanto dos colegas do “Mais ou menos” quanto também de qualquer outro colega que gastou seus neurônios para escrever um causo.

Então é isso. Bons virais, sem pps e citando as fontes.

Abração e boa semana.