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Receitas do Grille: Creme de Legumes

1 Comentário

Atendendo a pedidos dos meus cinco leitores, segue a receita da semana.

Creme de Legumes do Grille.

Modo de Preparo:

    1. Despeje o conteúdo de um envelope de Creme de Legumes, da marca de sua preferência, numa panela com 1 litro de água fria.
    2. Leve ao fogo médio e mexa devagar até ferver.
    3. Cozinhe em fogo baixo por três minutos.
    4. Depois de pronta sirva em pratos de sopa.

      Dicas:

      • Para ajudar na dosagem certa de água: 1 litro equivale a 1 decímetro cúbico. Como a densidade da água destilada é aproximadamente igual a 1, você pode pesar numa balança de precisão 1 quilo de água.
      • Utilize uma panela funda o suficiente pra receber a quantidade utilizada de água mais uns dois ou três dedos. Caso contrário não vai caber tudo.
      • Água fria é aquela que não é gelada nem quente e muito menos morna.
      • Enquanto estiver mexendo a sopa, alterne entre os braços direito e esquerdo para não ter problemas musculares.
      • Como a densidade da sopa e suas características fisico-quimicas estarão diferentes da água, ela certamente não ferverá a 100°C. Devido a isso, não utilize o termômetro sem consultar um químico antes para saber a temperatura de fervura da sua sopa.
      • Consulte o manual do fogão para saber como fazer os ajustes de fogo médio e baixo. Caso o fogão seja elétrico, faça contato com o fabricante.

      Bom apetite.

      Dia Internaciona da Lingirie: Uma homenagem.

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      Amigos cinco leitores.

      Vocês acharam que eu ia deixar a data em branco, heim?

      Então segue aí a minha homenagem com estas supergatas da televisão e do cinema com suas lingiries provocantes.

      Por que eu não pensei nisto ?

      Deixe um comentário

      Recebi um email com está ideias que poderiam ser minhas.

      Se algum de vocês, cinco leitores, descobrir o dono, avise-me.

      Projeto FX-2: Porque escolher o Rafale seria um bom negócio

      1 Comentário

      Pois então, moçada…

      Vocês já perceberam quantos especialistas em Defesa e Aviação Militar existem por aí falando sobre o Projeto FX-2 e a escolha dos novos caças brasileiros?

      Com todo respeito ao amigo e esforçado leitor do meu Blog, não me considero de modo algum um especialista no assunto, mas acredito que a minha experiência na Direção da CEAERO e como Piloto Virtual de 737 (possuo mais de duas mil horas de vôo), Hércules C-130 (400 horas de vôo) e do Lockheed L-188 Electra II (cerca de 300 horas), posso dar os meus pitacos.

      Além disso, leio tudo que é escrito sobre o tema na mídia especializada e possuo amigos na Marinha e FAB que sempre me colocam a par das novidades.

      Em resumo, eu sou o cara!!!

      Em poucas palavras, vou resumir a goiaba toda:

      RAFALE F3:

      É o mais carinho de todos, vai sair pro Brasil uns U$$ 60 milhões, com transferência total de tecnologia e direitos de comercialização dos aviões fabricados no Brasil para outros Países. A Dessault aceitou todos os termos da FAB e mais um pouco.

      Tecnologicamente é o mais moderno do três e tem condições de evoluir por mais três gerações.

      Uma curiosidade bem legal do Rafale foi que os primeiros voos da versão Naval tiveram seus lançamentos no Porta Aviões Foch da Marinha francesa (no final da década de 90). O Foch é o atual Porta Aviões São Paulo, comprado pela Marinha do Brasil em 2001. Sobre esta “coincidência” escrevo mais abaixo.

      Fora o preço este avião só apresenta vantagens: Além da capacidade de evoluir ele já existe e realmente voa!

      Seus armamentos, aviônica, armas e motores foram projetados, patenteados, montados e vendidos na Europa por consórcios de empresas do ramo. Além disso, a comercialização dos seus produtos para outros países independe de aprovações de Governos ou mesmo da própria União Europeia. Muitas destas empresas são estatais, de capital misto ou privado tendo o Estado como grande acionista (funcionam no estilo da Petrobrás, Embraer, Vale etc).

      É esta característica dos fornecedores dos equipamentos do Rafale que permitiu que a Dessault oferecesse a transferência irrestrita de tecnologia. Não existe um componente norte-americano dentro do avião que necessite da aprovação do Congresso Norte Americano para ser vendido aos “países do terceiro mundo”.

      Vou abrir um parêntese para explicar um pouco melhor esta história dos Estados Unidos não permitir a venda dos Supertucanos da Embraer para a Venezuela. E serei bem rápido:   A Embraer é a dona do AT-29 Super Tucano, com todos os equipamentos que vem dentro dele. Só que o motor é de fabricação Norte Americana e a aviônica é de fabricação Israelense e Norte Americana. A Embraer possui a licença de venda destes equipamentos no Super Tucanos e estas licenças são condicionadas a vários termos (em especial para quem não pode vender). Por sua vez muitos deles são de patente conjunta dos fabricantes e do Governo dos EEUU. Quando a Venezuela quis fazer a aquisição de 13 AT-29 do Brasil, o Governo norte americano (dono das licenças e das patentes) não permitiu a Embraer vender os motores, aviônicas e armamentos. Resumindo o Brasil só poderia vender ao Hugo Chavez a “carcaça do tucano”.

      Voltando ao Rafale…

      Devido a esta transferência total de tecnologia independente das licenças dos equipamentos e motores dos EEUU, o Rafale F3 é o mais interessante e talvez o melhor mesmo.  Só o preço que é o maior dos três.

      Mas, todavia, entretanto…

      Fontes na Marinha e Força Aérea indicam que existe outra vantagem não divulgada pela imprensa. Junto com o contrato a Dessault fornecerá 13 Rafales tipo M de primeira geração 2000/2002 a custos baixos. Estes Rafales serão para renovar a Aviação Naval da Marinha que possui poucos AF-1 Skyhawk em operação.  Atualmente a Marinha Francesa está fazendo a atualização (retrofit ou update) de todos os modelos M para F3 e os modelos entregues para a Marinha Brasileira seriam os M sem retrofit.

      Tá explicado porque a Marinha torce tanto pelos Rafales, mais um motivo para ser o ganhador.

      F/A-18E SUPER HORNET

      Vai sair por uns U$$55 milhões cada e é um superveterano. Quem vê filme de guerra americano sempre vai perceber que tem um Super-Hornet salvando o mundo. Até 2014 o F/A-18E será a aeronave padrão da Força Aerea, Marinha e Fuzileiros Navais (junto com o Harrier II) Yankes.

      Só que…

      O Super Hornet chegou ao teto tecnológico, não haverá mais nenhuma geração depois dele. Isto porque desde 2002 o projeto que substituirá o F/A-18E no futuro será o F-35 Lightning II, que custará a bagatela de U$$ 100 milhões. Resumindo, estamos comprando um avião moderníssimo, caro e que está saindo de linha. Vai demorar um pouquinho (2015), mas o tempo voa!

      A maior desvantagem está na transferência tecnológia. A Boeing não pode garantir NENHUM tipo de transferência tecnológia porque o Super Hornet é dela e do Governo dos EEUU. Todas as patentes e licenças de armamentos, aviônicas, motores etc são de propriedade dos dois (O projeto F-18 foi um conceito do Pentágono e o Governo Norte Americano investiu muito no desenvolvimento dele). A Boeing só é dona integral da “carcaça” do bicho.

      Em resumo, a Boeing só pode repassar para o Brasil as linhas de montagem e as tecnologias que ela é a única dona, as demais (e aquelas que o Brasil quer) tem que passar pelo Congresso Norte Americano APÓS (!!!) a assinatura do contrato. Neste pacote estão os motores GE, os sistemas de navegação da Honeywell, os radares e os armamentos da Raytheon etc…

      Pois, é… U$$55 milhões é muito dinheiro pra uma fuselagem e uma montadora no Brasil.

      GRIPEN NG ou JAS 39E/F

      Custará uns U$$40 milhões, baratinhos. Caça com apenas uma turbina, tecnologia de ponta (estado da arte). O próprio Rei da Suécia ainda disse que pode dar mais um desconto.

      Este avião foi projetado para atender as necessidades de defesa da Suécia em supostos conflitos armados que possam ocorrer na Europa. Pousa e decola em pista curta (até mesmo numa estrada), é pequeno e requer uma equipe de terra reduzida. Dizem que é a tecnologia de aviação de combate mais moderna do mundo e que o caça pode evoluir até 2040.

      Mas…

      O Avião não existe!

      Eu explico. O Gripen NG é o projeto que substituirá os atuais Gripen D da Saab. O  NG também é chamado de Demo. Até o momento o NG já fez 135 voos de teste (de acordo com as informações no site da Gripen).

      Ah sim, se você esteve na copa da Africa do Sul viu voando por lá uns Gripen C.

      Por quarentinha milhões, até que valeria o risco, só que…

      A transferência tecnológia também seria parcial. Isto porque de propriedade da Saab, além do casco, sobra pouca coisa. Os motores, aviônica e armamentos são dos mesmos fabricantes do F-18E Super-Hornet e sofrem as mesmas restrições de fornecimento e licenças por parte dos EEUU. E os yankes já ventilaram que se o Gripen NG ganhar a briga aqui no Brasil, ele irão restringir o repasse de tecnologia dos equipamentos fornecidos por eles. Quase tudo.

      O contrato não é apenas de transferência tecnológica (daquilo que a Saab pode transferir), mas também de desenvolvimento tecnológico daquilo que o Gripen NG ainda não possui. Logo, estes 40 milhões podem sair bem mais caro.

      Resumindo, levando em consideração que o avião ainda não existe e que a tecnologia que o Brasil quer transferir a Saab não pode ceder sem o aval do Congresso americano, só porque ele é baratinho não justifica este risco.

      CONCLUSÃO

      Lembrando de algumas sacanagens que tanto os EEUU quanto a França já fizeram com o Brasil na área de defesa: Na decada de 70 a França vendeu mas não entregou uns Mirrage. Na decada de 90 os EEUU não permitiram a venda de F-16 antigos alegando perda de estabilidade militar na América Latina, mas permitiram a Holanda a vender F-16 pro Chile (por U$$25 milhões cada); e em 2005 os EEUU tentaram nos empurrar uns 12 ou 13 obsoletos (ao custo total de U$$800 pelo lote).

      Quanto à Suécia, ela está querendo nos vender o projeto Gripen NG de qualquer jeito. Só como lembrança, em 2005 a chegaram a propor o aluguel de 12 Gripen D ao Brasil pelo preço de U$$80 milhões por ano, durante 4 anos. Ao final do quinto ano o Brasil poderia compra-los a U$$400 milhões (30 milhões cada).

      A minha experiente e qualificada opinião sobre o assunto é que o Rafale, apesar de mais caro, é o melhor caça para o brasil. Mas, ao terminar a frase anterior, e analisando tudo que escrevi, mudei de idéia e qualifico o Gripen NG como melhor opção.

      Mas pensando bem… depois que li o último parágrafo pensei, porque não podemos comprar os dois?

      Caro penitente leitor, se você chegou até aqui lendo esta baboseira toda que escrevi é porque você realmente gosta do assunto e deve estar ser perguntando de onde me vem tanta sabedoria sobre o tema. Vou dar uma dica, vai ao google e leia tudo que já foi escrito . Algumas palavras chaves: FX-2, Rafale, F-18, Gripen, aviação militar…

      Quanto às fontes, sempre é bom ter amigos militares, de major pra cima, porque eles sabem muitas coisas legais sobre estes assuntos.

      Abração e até.

      Receitas do Grille: Yakissoba

      1 Comentário

      Atendendo a pedidos.

      Yakissoba do Grille.


      1. Ferva só 300 ml de água.

      2. Junte um pacote de de Yakissoba Instantâneo, comprada em um mercado de sua preferência, e cozinhe por 3 min.

      3. Mexa para soltar fios.

      4. Retire do fogo e misture o tempero que vem no pacote.

      5. Está pronto para servir. Bom Apetite!

      Dicas:

      • Use água em estado líquido para ferver mais rápido;
      • Utilize um termômetro digital de precisão para saber quando a água esta fervendo. Geralmente ela ferve a 100°C no nível do mar. Caso tenha dificuldades consulte um físico ou químico;
      • O tempo de cozimento pode ser medido com um cronômetro simples, daqueles que são usados nas corridas de 100m rasos;
      • Para mexer no yakissoba durante o cozimento você pode usar uma garfo, colher ou outro instrumento fabricado para esta finalidade;
      • Se você utiliza fogão com acendimento automático, certifique-se que o mesmo esteja ligado na tomada; se utilizar fósforos certifique-se de riscar a cabeça preta do mesmo naquela lixa que fica na lateral da caixa.

      Escolha o nome definitivo do programa do Grille

      1 Comentário

      Depois de milhares de emails dos meus 5 leitores (sendo um deles uma gata), seguem as sugestões de nomes:

      • Cozinhando Com o Grille
      • A Cozinha Maravilhosa do Grille
      • Grille, se eu cozinho eu como?
      • Na Chapa com o Tiozão do Churrasco.
      • Outro nome…

      Estão abertas as votações.

      O autor do título escolhido ganhará uma entrada para a Feira de São Cristóvão com direito a um acompanhante.

      Será sorteado entre todos os eleitores uma caixa de Baré-Cola sabor abacaxi e outra de Guaraná Jesus.

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